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Sinal de Vida

por O Paciente Impaciente, em 06.11.17

Faz hoje uma semana que comprei o meu livro mais recente, "Sinal de Vida" do José Rodrigues dos Santos, confesso que nunca tinha lido nada deste autor/Jornalista mas até que a sua escrita é bastante agradável, ainda só li 100 páginas e neste momento a única coisa que aconteceu foi conversa, coisa que para mim é bastante aborrecida. Sei que os diálogos são muito importantes para a história mas para mim os livros/filmes têm de ter movimentos com as personagens.
Este livro tem cerca de 656 páginas, para mim até que não me faz diferença porque adoro histórias grandes e até porque neste momento ando a escrever uma também um pouco longa, já reparei que em todos os livros deste Jornalista têm a mesma personagem, tal como o Dan Brown, reparei também que o enredo é praticamente como as histórias do Professor Langdon do Dan Brown. No Verão de 2014 comprei o "Símbolo Perdido" porque pensava que seria igual ao "The Da Vinci Code" ou até mesmo "Anjos & Demónios" mas enganei-me, ainda fiz um esforço para o ler todo mas não consegui, achei-o demasiado parado para mim, vamos lá ver como será o "Sinal de Vida" mais para a frente, se tenho receio que aconteça o mesmo que o livro do Dan Brown? Sim tenho,até porque na verdade o livro não foi assim tão barato.

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publicado às 09:23

Thor Ragnarok

por O Paciente Impaciente, em 30.10.17

Ontem foi dia de cinema, ou melhor, tarde de cinema, neste momento há um filme a passar nas salas no qual andava ansioso há séculos, "Thor Ragnarok" é o titulo do filme e pelos trailers parecia ser muito bom mas verdade seja dita, sou grande fã dos filmes da Marvel. Decidi então ir ao cinema à tarde porque à noite se torna um pouco mais complicado atravessar o parque porque há sempre alguém que gosta de fazer mal às outras pessoas.
Entrei na bilheteira e comprei bilhetes para duas pessoas mas tivemos que esperar um bom bocado porque fomos um pouco mais cedo mas quando se tem alguém para conversar e rir o tempo passa mais depressa, alguns minutos depois entraram mais pessoas mas a sala ainda estava muito vazia, há uma coisa que não entendo, quando não havia cinema na cidade as pessoas queixavam-se na falta de espaços de lazer, agora que têm uma sala espectacular quase ninguém quer ir, a minha companhia não é grande fã deste género de filmes mas decidiu ir na mesma mas voltando ao filme, "Thor Ragnarok" tem bons efeitos especiais e uma Banda Sonora agradável embora que música electrónica não seja o meu género, no entanto tem uma música que adoro imenso, "Immigrant Song" dos Led Zeppelin, o filme conta também com a participação do Incrível Hulk, Anthony Hopkins, Cate Blanchett e do Tom Hiddleston, a história é confusa, eu que sigo os filmes da Marvel desde o início tive grandes dificuldades em perceber, o filme tem também imensas cenas que arrancam grandes gargalhadas. 

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publicado às 09:43

Desafio: "Já Fiz/nunca fiz"

por O Paciente Impaciente, em 23.10.17

A minha amiga fashion desafiou-me e agradeço desde já o convite de uma pessoa muito simpática.

 

Eu já fiz um interrail- Não mas adorava.

 

Eu já participei num concurso- Sim, há uns anos fizeram um sobre os Pearl Jam e ganhei uma t-shirt e o Rearviewmirror (Best Of).

 

Eu nunca conheci a pessoa que mais admiro-  Sim, estou com ela todos os dias.

 

Eu já caí na rua- É praticamente todos os dias, de volta e meia acontece ir no passeio e torço os pés mas também aconteceu ter tropeçado e caído mesmo à saída da frutaria (a fruta voou completamente, o que vale é que eram bananas).

 

Eu nunca desmaiei- Não.

 

Eu nunca estive em coma alcoólico- Não bebo álcool. 

 

Eu já experimentei drogas- Medicação para a memória e cabeça no geral é considerada droga?

 

Eu nunca me vinguei de alguém que me fez mal- Sim já, muitas vezes mas há quem diga que o melhor é deixar andar porque o Karma resolve tudo.

 

Eu nunca tive um acidente- Sim infelizmente, principalmente com todas aquelas pessoas que se diziam minhas amigas.

 

Eu já andei de avião- Não, shame on me! :/

 

Eu já bebi demais- Não bebo álcool como já disse.

 

Eu já confundi uma pessoa com outra- Não mas já me confundiram com outra pessoa.

 

Eu já me perdi num país/cidade estrangeira- Nunca aconteceu mas perco-me imensas vezes na minha própria cidade.

 

Eu não sei se tive uma experiência paranormal- Por vezes acordo com alguém a falar mas depois lembro-me que estou sozinho e a rapariga está a trabalhar, é cá cada susto. 

 

Eu já roubei- Roubar? Só se fosse para comer e mesmo assim morria de vergonha.

 

Eu nunca apaguei coisas do facebook por ter poucos likes- Já não ligo muito ao Facebook, é cada vez mais raro lá ir.

 

Eu nunca traí ninguém- Tenho imenso valor à amizade e ao respeito (coisas que hoje são cada vez mais raras) mas quando vejo que não me dão valor corto logo as relações, seja namoro ou apenas amizade.

 

Eu nunca deixei de falar com alguém que me magoou- Sim e foi a melhor coisa que fiz.

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publicado às 09:58

Talentos escondidos

por O Paciente Impaciente, em 26.06.17

Ontem de manhã fui beber café onde vou todos os dias, não bebi ao balcão como de costume aos domingos porque desta vez estava à espera de uma pessoa, dirigi-me ao balcão e gentilmente pedi um café, olho para trás e reparei que um amigo da minha irmã (que por acaso é meu vizinho) estava sentado numa mesa poucos metros de distância.
Dirigi-me a ele e cumprimentei-o, enquanto a rapariga tirava o café eu estava de pé a conversar com ele, nisto reparei que estava entretido com os seus desenhos num caderno, já lhe tinha dito que os seus trabalhos eram espectaculares e ele disse-me que o melhor conselho que me podia dar era treinar e treinar ainda mais mas rapidamente lhe respondi que iria levar anos ou até mesmo décadas a conseguir (se é que conseguisse).
Realmente há pessoas com imenso talento para o desenho, outras para os trabalhos manuais ou até mesmo para tocar guitarra como o David Gilmour dos Pink Floyd ou até mesmo o Carlos Santana entre outros, o meu talento? Bem... pode-se dizer que o meu talento é diferente, muito diferente, não tenho talento nenhum para o desenho, para jogar futebol muito menos (cada vez que chuto uma bola sabe-se lá para onde vai).
Talvez a única coisa para que tenha jeito (ou talento se preferirem) é talvez mesmo criar personagens em Videojogos de Wrestling, não é considerado talento nem nada que se pareça mas é aquilo que gosto de fazer nos meus tempos livres, no entanto já vi vídeos no Youtube de um rapaz (penso que seja rapaz) Americano em que criava personagens baseadas na Marvel, DC ou até mesmo outras personagens de desenhos animados dos anos 80 e 90 e ficaram todas espectaculares, se já tentei fazer o mesmo? Sim já, mais do que uma vez, o resultado? Bem... pode-se dizer que aquilo mais parecia uma obra do PIcasso, principalmente na cara (demasiado gorda, demasiado magra, etc.).
Há quem tenha também talento com as palavras e eu infelizmente nem isso tenho, gosto de escrever histórias ou pelo menos gostava mas fico sempre com aquela ideia de que está tudo mal e dá-me vontade de apagar tudo e não mostrar a ninguém, o que é certo é que vejo muita gente com imenso talento nas mais variadas àreas, se o aproveitam? Nem por isso, o que é pena.

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publicado às 09:29

Família tóxica

por O Paciente Impaciente, em 17.04.17

Não é segredo que tenho uma família complicada senão vejamos: quando estamos todos juntos a minha avó paterna tem por norma de arranjar maneira de me irritar por completo, o que quero dizer com isto? É simples, gosta e adora de contar histórias sobre mim de há 20 e poucos anos atrás, para piorar as coisas tem sempre aquele ar de gozo que me irrita imenso, recentemente houve um lanche em sua casa e aconteceu algo do género e houve confusão porque me passei da cabeça (não houve pancadaria apenas disse o que sentia com algumas asneiras pelo meio.
Depois vem a minha mãe, ela passa a vida a duvidar daquilo que digo o que já me começa a irritar profundamente, posso dizer com toda a certeza que é das pessoas mais stressadas que conheço, se eu deixar cair um grão de areia no chão quase que me arranca a cabeça, uma vez há uns anos andava eu no 7º ano e acordei com febre, o que fiz? Foi dizer-lhe que me sentia doente e que se calhar o melhor seria ficar em casa, o que é que ela fez? Foi obrigar-me a ir para a escola cheio de febre.
O que me salvou foi nesse dia a primeira da manhã ter sido com a minha Directora de Turma e ela me ter enviado para casa com um recado para os meus pais, nos dias de hoje cada vez que tenho discussões com a minha mãe ela diz logo que estou a inventar e que é tudo imaginação da minha cabeça (posso ser doidinho da mona mas não sou tapado).
Em 2010 quando ainda trabalhava pelos trabalhos temporários mandaram-me para casa no dia seguinte por falta de trabalho, é claro que quando a minha mãe soube da boa nova a primeira coisa que me disse foi que eu não queria era trabalhar, que nervos, agora parece que tenho de ir a um Psicólogo porque pelos vistos os outros são uns santinhos e eu é que tenho imensa raiva dentro de mim.

 

 

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publicado às 10:27

Pedir ajuda ou ficar quieto?

por O Paciente Impaciente, em 12.04.17

Recentemente terminei um trabalho que me ocupou durante duas semanas, durante todo esse tempo passei longas horas em frente ao Computador com poucas horas de sono, os olhos chegaram mesmo a arder tanto que mais parecia que me tinham esfregado limão (nunca me aconteceu mas já li os efeitos no Google).
Ainda estou na fase de edição e ao que tudo indica não irá estar terminado até sábado da próxima semana (livra, espero que não!), mas deparei-me agora com outro grande problema: como e onde irei imprimir as 119 páginas que escrevi no Word? Eu como não tenho impressora tenho que andar a chatear alguém, a minha irmã tem uma e já se ofereceu para ajudar mas para isso teria que ser eu a comprar o papel e os tinteiros.
Mas no entanto existe outro problema (sim porque é só preocupações na minha cabeça), já comprei ambas as coisas e estou à espera de acabar de editar para lhe dar tudo mas se lhe der o que comprei a um sábado ao almoço ela só me irá devolver tudo um mês depois (não, não é exagero, ela é que é mesmo assim).
Por isso decidi chegar a uma conclusão, ir ao site da Worten e escolher uma multi-funções para mim, mas não quero daquelas que trazem Internet nem muito menos WC incluída, apenas quero uma que não seja muito cara e que faça as funções que pretendo (imprimir e fotocopiar se necessário), ando de olho na DeskJet 2130 da HP, a minha marca favorita (não é por acaso que o meu Computador é dessa marca).
O preço é de 45€ com mais 2,90€ de portes, se a comprar posso imprimir os meus trabalhos quando quero e à hora que quero sem estar à espera de ninguém, sei que a minha irmã vai ficar chateada comigo mas andei uma semana à espera para que ela me desse a referência da sua multi-funções para que pudesse ir comprar o tinteiro (daí pensar em comprar uma cá para casa)
Por fim falta mandar encadernar tudo mas isso é outra história que se resolve facilmente (penso eu).

 

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publicado às 10:51

Nintendo Switch

por O Paciente Impaciente, em 24.03.17

Comprei finalmente a Nintendo Switch, a minha primeira consola da Nintendo, a minha irmã teve em tempos um GameBoy com apenas um jogo, o Tetris, confesso que passei horas e horas de volta daquilo apesar de ter uma Master System II, ninguém do meu prédio tinha nenhuma Super Nintendo mas conhecia pessoas que tinham uma.
Pouco depois mudei de casa e conheci um rapaz que viria a ser um grande amigo de Infância/Adolescência que tinha uma Super Nintendo emprestada de um amigo do irmã mais velho, esse meu vizinho tinha também uma Nintendo 64 e eram dias, tardes e noites de volta daquilo, o vício a jogar ao Super Mario era tanto que nem queríamos ir para a rua jogar à bola.
Em Dezembro de 2016 queria comprar uma Wii U para voltar a jogar ao Mario Kart e ao Super Mario mas infelizmente não consegui encontrar nenhuma à venda na altura mas depois pensei: "para que vou comprar a Wii U se a Switch está quase a sair?" Decidi esperar três meses.
Fui à Worten da minha cidade para pesquisar o que tinham em Stock, jogos para a Switch? Check, Consolas Nintendo Switch? Check, mas antes de agarrar na consola estive longos minutos a olhar para as prateleiras se não vejamos, jogos para a PS4 eram aos milhares mas nenhum deles me chamava a atenção ou então eram aqueles que já tinha comprado e vendido.
Jogos para a Switch havia apenas um, A Lenda de Zelda, na verdade nunca fui grande fã dessa série/saga e ainda hoje não o sou, queria comprar o Super Bomberman porque quando andava no 5º ano costumava de jogar a isso nos computadores da Escola mas os alunos mais velhos quase nunca deixavam jogar ninguém o que me irritava, voltando ao assunto, o Bomberman não havia, perguntei gentilmente à rapariga e ela respondeu-me que está esgotado e que não fazem ideia de quando irão ter em Stock, agradeci.
Decidi então pegar apenas na consola e ir ao balcão, vim para casa e liguei tudo para ver como funcionava e se funcionava, tudo impecável mas já li algures no Youtube em que já existem pessoas a queixarem-se de erros gráficos e de avarias o que já me começa a preocupar, no entanto já fiz Pré-Reserva do Mario Kart 8 Deluxe, o problema? Terei de esperar até dia 28 de Abril para o ter o que me deixa com uma ansiedade extrema (coisa que sofro há muitos anos).
Espero que a Switch nunca me dê problemas porque me parece ser uma excelente consola, o melhor de tudo é que tanto podemos jogar na sala/quarto ou até mesmo num café.

 

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publicado às 13:50

O dia do pai

por O Paciente Impaciente, em 20.03.17

Parece que ontem foi mais um dia do pai, os meus pais foram passar o fim-de-semana a Peniche e ontem convidaram-me a mim é à minha irmã, o marido e os seus pais para lá irmos almoçar, o almoço foi muito bom, a fome era tanta que devorei uma travessa de bacalhau com natas sozinho.
O almoço em si foi bastante animado e correu muito bem mas no entanto acabou depressa, depois ainda fomos até ao Forte dar uma volta, o problema é que que estava imenso vento, a minha irmã tirou-nos algumas fotos que devem de estar uma miséria, ao ir ao Forte de Peniche a primeira coisa que me vem à cabeça é Alcatraz, a prisão mais famosa dos Estados Unidos situada na minha primeira cidade favorita: San Francisco.
Viemo-nos embora com a promessa de voltar-mos em breve mas só quando o tempo estiver melhor (o que pelo que percebi é difícil porque faz sempre imenso vento), os pais do meu cunhado foram para casa porque tinham de ir a outro lado e nós também tinhamos de ir lanchar a casa da minha avó (aquela que falei há uns meses).
A sua casa estava cheia de pessoas, primos, tios, tias, primas, incluindo aquelas duas que não suporto ver à frente e que não se dão comigo nem eu com elas devido a outros assuntos, o lanche estava a correr bem, isso mesmo, estava, no meio de 14 pessoas eu era o mais calado (como sempre).
Por alguma razão estranha a minha avó virou a sua atenção para mim e o que se lembrou de fazer? Envergonhar-me com histórias que eu fazia em criança quando lá ia passar férias, ora, eu sou uma mistura de Yosemite Sam e o Zangado dos sete anões, já me estava a roer por dentro mas tive de aguentar até ao momento em que ela contou as coisas e se riu com aquele ar de gozo, Português que sou digo a verdade nua e crua com algumas asneiradas pelo meio.
Quem diz o que quer ouve o que não quer, o que quero dizer com isto? É simples, estava completamente enervado que nem dei por ela, pelos vistos disse que ela já me estava a enervar com umas asneiras pelo meio, o resultado? 13 pessoas espantadas a olhar para mim, o pior de tudo é que ficou tudo contra mim, uma das minhas primas que não falam comigo diz estar reformada por alguma doença qualquer mas sinceramente acho a história muito mal contada, essa disse que eu devia de passar mais tempo trancado em casa, lá está, enervado como eu estava acabou por levar por tabela, disse-lhe que era devia era de estar presa por andar a roubar dinheiro ao Estado por andar a fingir ter doenças que não tem.
Remédio santo, nunca mais a ouvi falar, eu sou um gajo porreiro a quem me trata bem, agora, odeio que me mintam, que gozem comigo e que me tentam humilhar, esse tempo já lá vai, o que me irrita ainda mais é que a minha avó tem mais gente a quem telefonar e não é que telefona todos os dias aos meus pais a pedir-lhes ajuda? Na sua vontade queria que a minha mãe deixasse de trabalhar para ir com ela ao médico ou fazer-lhe as vontades todas, essa também me anda entalada na garganta que por acaso não saiu ontem nem sei como. Tão depressa não vou a jantares/almoços/lanches onde a minha avó esteja, se há coisa que odeio é alguém que goze com a minha cara, se estou chateado? Claro que sim, estragou aquele que podia ter sido um grande dia.

 

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publicado às 20:00

O Plágio

por O Paciente Impaciente, em 16.03.17

Sei que há pouco mais de um mês que não escrevo nada, mas isso é porque ando cheio de trabalho para fazer o que me impede de ter tanto tempo livre como gostaria.
Mas como hoje tive uma pausa então decidi vir actualizar o Blog, são poucas as pessoas que me conhecem, são poucas as pessoas com quem falo, não me dou a conhecer totalmente porque já tive a minha boa dose de desilusões.
São ainda menos pessoas que sabem que escrevo umas histórias sempre que posso, no ano passado quando andava eu iludido por uma "criança" de 31 anos, o que quero dizer com isto? É simples, estive 14 anos apaixonado por uma rapariga (agora que olho para trás nem sei onde tinha a cabeça para gostar de uma pessoa fingida e que não sabia o que queria).
No ano passado escrevi aquela que seria a minha melhor história até à data, a verdade é que cheguei mesmo a enviar a mesma para uma Editora, o resultado? "Muito boa mas terá de pagar 1600€ para cerca de 200 e poucas cópias", oi? Pagar para Editar um livro? E ainda por cima 1600€?
Para já não os tinha, e mesmo que tivesse de certeza que não iria perder essa quantia para depois me ficarem com o dinheiro e não Editarem o meu trabalho, não, nem pensar!
O que é que aqui o cromo fez? Bem, enviou-a a uma rapariga que se fez passar por sua amiga durante 7 anos e que apenas foi beber com ele 3 vezes, isso mesmo, apenas 3 vezes em sete anos, entretanto deixámos de falar, ou melhor, deixei de falar para ela porque só se lembrava de mim quando queria e não tinha interesse nenhum em me manter na sua insignificante e triste vida, até foi melhor assim porque eu apenas me estava a enervar e eu não tenho paciência para aturar pessoas que no fundo não valem nada mas de uma coisa me arrependo profundamente, ter-lhe enviado uma história minha, hoje sabe-se lá em que mãos anda, mas se me roubaram as ideias (que é o mais certo) deviam era de ter vergonha na cara porque roubar é crime (sim, plágio também é considerado crime), espero sinceramente que essa minha ex-amiga esteja a ler isto e a que ganhe vergonha na cara para não andar por aí a dizer que fez algo que na verdade roubou de outra pessoa.

 

 

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publicado às 13:36

O espectáculo do milénio

por O Paciente Impaciente, em 06.02.17

Quando cerca de 11 ou 12 anos comecei a ouvir uma banda Portuguesa chamada Moonspell porque eles tinham uma música que adorava imenso e era cantada em Português apesar de não entender as letras, não me consigo mesmo lembrar em que ano foi mas sei que na altura ainda brincava com os bonecos da Playmobil. Os anos foram passando e tentava sempre acompanhar os álbuns, era difícil porque estudava e quase nunca tinha dinheiro para os comprar e a única solução era pedir a alguém para me gravar em CD's (e eu que detesto fazer isso porque neste caso tenho uma enorme admiração e respeito pelos Moonspell).
Andava na escola e tinha milhares de problemas na escola e em casa e a sua música era o meu refúgio, andei estes 20/21 anos com imensa vontade para os ver mas nunca tinha oportunidades, ou era demasiado novo ou então não tinha dinheiro e/ou companhia, neste último natal a minha irmã deu-me uma tablete de chocolate e eu pensava que era apenas uma daquelas prendas que nos oferecem e odiamos (quem nunca o fez que atire a primeira pedra lol). No entanto pediu-me para que o abrisse devagar e assim fiz, reparei que lá dentro tinha um bilhete verde e comecei a ler: "Moonspell XX Irreligious Campo Pequeno Bancada 04 de Fevereiro de 2017", é claro que adorei de imediato mas fiquei preocupado porque pensava que me estava a mandar ir sozinho, enganei-me, eles também foram e já tinham convidado um casal amigo que também adora concertos e já os viram mais vezes.
O dia finalmente chegou, iria ver a minha banda favorita tocar as minhas músicas favoritas e ainda por cima iria ser gravado em DVD, estava tão nervoso que antes de sair de casa tive que ir ao WC cinco vezes (ou talvez até mais) quase duas horas chegámos a Lisboa e a amiga da minha irmã falou num Restaurante que vocês devem de conhecer de certeza, chama-se "The Great American Desaster", cada um pediu o seu hambúrger e os seus sumos e águas, esperámos um bocado e começámos a comer, assim que vi o meu assustei-me porque o hambúrguer era 10x maior que eu e tinha vindo a comer uma sandes de queijo pelo caminho mas comi tudo incluindo as batatas fritas (claro, isso não podia falta) a única coisa que não comi foi a cebola roxa, mais tarde quando acabámos de comer fomos pagar e viémo-nos embora, eram quase 21h e ainda faltava cerca de uma hora para os espectáculo começar mas as portas estavam quase a abrir, fomos logo para o Campo Pequeno (ainda não percebi porque tem esse nome se o recinto é enorme mas não maior que o Pavilhão Atlântico).
Entrámos no Recinto e entregámos os bilhetes a um dos senhores que estavam na entrada e fomos para a bancada, o que vale é que ali não há lugares marcados ou pelo menos desta vez não houve, escolhemos os nossos lugares e esperámos uma eternidade para que o espectáculo começasse, o que vale é que estavam a passar música dos Type O Negative, outra banda que adoro, as pessoas foram chegando e o recinto ficou cada vez mais cheio mas não encheu por completo pelo menos nas bancadas, mais tarde as luzes apagaram-se e as pessoas começaram a gritar, os membros dos Moonspell foram entrando um a um, primeiro foi o Mike e de seguida o Pedro, a seguir veio o Aires e o Ricardo e por fim o Fernando começaram a tocar com 20 minutos de atraso mas rapidamente as pessoas da plateia erguem os seus braços e começaram a filmar com os seus telemóveis (ora, este foi o meu primeiro concerto a sério mas o que aconteceu à geração dos isqueiros?) tocaram 3 álbuns: Wolfheart, Irreligious e o Extinct, foi um espectáculo maravilhos com grandes efeitos de fumo, chamas e lasers (houve uma música em que o Fernando tinha lasers nas luvas) e com mais de três horas, escusado será dizer que para o fim já me estava a dar o sono, mas se valeu imenso a pena ter ido vê-los? Claro que sim, só tenho pena de não ter ido mais preparado mentalmente.

 

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publicado às 10:52


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